Perspectiva artística e projeto 3D, modelos de desenho englobam profundidade e maior percepção do projeto

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O constante desafio e objetivo do arquiteto é proporcionar um projeto de qualidade para o cliente, onde seus sonhos sejam personificados naquele local. Para isso, atualmente existem dois tipos de desenhos: a perspectiva artística e o 3D.

De acordo com a arquiteta do escritório PB Arquitetura, Priscila Tressino, os desenhos mostrados aos clientes nada mais são que uma maneira de representar ideias.

Apesar dos dois atuais modelos, “o foco é trabalhar a profundidade do projeto, para que o cliente tenha uma percepção maior do que será entregue”, explica a arquiteta.

Quando fala-se da perspectiva artística o objetivo é entender que o desenho irá contemplar toda a composição visual, desde altura, largura e profundidade. Este tipo de obra não é utilizado apenas na arquitetura, mas também em diversas profissões, como arte, engenharia, computação, entre outras.

Na arquitetura, o desenho com perspectiva compõe diversos cálculos matemáticos e precisos, dando estabilidade na ideia que será mostrada. “Este tipo de desenho permite que mostremos mais a fundo o que será o projeto para o cliente. Ele dá a ideia e contempla o espaço que temos, não se torna algo utópico, mas com precisão”, conta Priscila.

Já o 3D tornou-se uma tecnologia que engloba as primícias da perspectiva, porém, com um acréscimo de dimensão. Ele é realizado por programas computadorizados e dá uma visualidade ampla do projeto para o cliente.

“Apesar da tecnologia utilizada, é importante sempre alertar o cliente o consumidor que o 3D pode passar a ideia de um ambiente mais amplo do que muitas vezes será realmente projetado”, alerta a arquiteta.

Vale ressaltar que a perspectiva engloba a prática artística, relacionada ao tempo e dedicação na pintura e elaboração do projeto. Já o 3D envolve uma questão eletrônica que produz a casa como um todo. “Quando se faz a maquete eletrônica há a possibilidade de um tour na casa toda. A perspectiva artística é quando o cliente determina um ambiente específico, onde de forma restrita há um destaque para o cômodo”, analisa Priscila.

Apesar das diferenças, um tipo não anula o outro, é necessário que o profissional responsável pelo projeto saiba dar vida a ideia e projetar o que é adequado para o espaço e, assim, alcançar as necessidades do dono. “Tendo o conhecimento necessário, independente do meio do desenho que será mostrado, o arquiteto irá indicar as melhores soluções baseadas na realidade projetista, incluindo estética e segurança”, finaliza a arquiteta.

Contato:
PB Arquitetura
(11) 2311-1178
http://pbarquitetura.com.br